Data de disparo a definir
Enquanto a nova NR-1 amplia a atenção aos riscos psicossociais, especialistas apontam a saúde social como dimensão ainda pouco explorada na prevenção do adoecimento no trabalho
Com o recorde de afastamentos por transtornos mentais e a nova NR-1 exigindo gestão de riscos psicossociais, empresas passam a olhar para a saúde social — a qualidade das conexões entre as pessoas — e clubes de leitura entram no radar como iniciativa coletiva de prevenção.
NR-1 e riscos psicossociaisSaúde mental no trabalhoSaúde social e pertencimentoClubes de leitura corporativos
Data de disparo a definir
Especialista aponta que encontros literários criam vínculos, fortalecem o sentimento de pertencimento e ajudam a construir relações em uma sociedade cada vez mais marcada pelo isolamento social
Uma em cada seis pessoas no mundo enfrenta a solidão, segundo a OMS. A cientista comportamental Gaya Machado explica como clubes de leitura funcionam como estrutura simples e eficaz para criar vínculos duradouros e devolver o hábito da leitura a um país onde os não leitores já superam os leitores.
Solidão e conexão socialClubes de leituraPertencimentoComportamento e neurociência
Data de disparo a definir
Estudos recentes mostram que a leitura reorganiza funções cognitivas fundamentais, como memória, atenção e raciocínio, enquanto a queda das habilidades de leitura entre adultos aumenta o risco de dependência da tecnologia sem capacidade crítica para avaliá-la
Enquanto a IA gera textos em segundos, a diferença passa a estar em quem sabe formular perguntas, avaliar respostas e identificar erros. Estudos do Max Planck e da OCDE mostram que a leitura reorganiza memória, atenção e raciocínio — e que essas habilidades estão em queda entre adultos.
Leitura e letramentoInteligência artificialAtenção e concentraçãoPensamento crítico
Data de disparo a definir
Pesquisas globais revelam que IA ganha espaço como mentora, mas pode enfraquecer a colaboração entre gerações e acelerar o esgotamento corporativo.
Jovens recorrem à IA em vez de consultar colegas experientes, e os atritos entre gerações elevam em seis vezes as chances de burnout, segundo a O.C. Tanner. Dados de Stanford apontam queda relativa de 13% no emprego entre profissionais de 22 a 25 anos em funções expostas à IA.
Conflito de geraçõesBurnoutInteligência artificial no trabalhoFuturo das profissões
Data de disparo a definir
Gartner aponta avatar digital como tendência do futuro do trabalho e estudo de Stanford mostra que réplicas de IA conseguem reproduzir grande parte das atitudes humanas, mas falham no que diferencia profissionais excelentes: julgamento, contexto e tomada de decisão estratégica
A Gartner aponta as réplicas digitais de funcionários como tendência do futuro do trabalho, e um estudo de Stanford mostra que agentes de IA reproduzem 85% das respostas humanas — mas caem para 66% em decisões estratégicas. O limite, diz Gaya Machado, é o julgamento.
Sósias digitaisGovernança de inteligência artificialJulgamento e tomada de decisãoFuturo do trabalho
Data de disparo a definir
39% prefere ser liderada por inteligência artificial a ter um gestor Boomer
Pesquisa com 2 mil profissionais mostra que 39% da Geração Z prefeririam ser liderados por IA a ter um gestor Baby Boomer. Para Gaya Machado, o que está em julgamento é a qualidade da gestão humana — não a tecnologia.
Geração Z e liderançaInteligência artificial no trabalhoEngajamentoLiderança orquestradora
Data de disparo a definir
Pesquisa com mais de 4.600 líderes mostra o desejo de troca de emprego, mesmo com o pacote completo de remuneração e poder
O levantamento View from the C-Suite, da LHH, mostra que quase 6 em cada 10 executivos esperam mudar de carreira em três anos. Para Gaya Machado, o que está em jogo é a percepção de impacto — não remuneração ou status.
Alta liderança e retençãoPercepção de impactoMatteringBem-estar de líderes
Data de disparo a definir
O tempo em que uma competência se mantém relevante, antes superior a uma década, deve cair para algo entre dois e cinco anos, segundo o Gartner
A meia-vida de uma habilidade deve cair de mais de dez anos para dois a cinco, segundo o Gartner, enquanto universidades chinesas extinguiram 12,2 mil cursos. Gaya Machado aponta quais capacidades resistem e por que o uso automático da IA ameaça a própria capacidade de reaprender.
Meia-vida das habilidadesRequalificação profissionalUso crítico da inteligência artificialDesigualdade de acesso à IA
Data de disparo a definir
Escuta ativa, adaptabilidade e inteligência relacional aparecem entre as habilidades mais valorizadas em um mercado cada vez mais automatizado
Com a automação de tarefas técnicas, escuta ativa, pensamento sistêmico e adaptabilidade passam a definir o perfil da liderança. Para Gaya Machado, competências humanas deixaram de ser tema de gestão de pessoas e se tornaram estratégia de negócios.
Competências humanasEscuta ativaPensamento sistêmicoAdaptabilidade